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  • Foto do escritorLuiz Antônio Gaulia

Símbolos e comportamentos


Entendo que a importância dos símbolos em nossa sociedade atual ganhou uma reforço por parte das mídias digitais e da realidade virtual que nos fascina na internet e nas suas praticamente infinitas informações.


Símbolos têm o poder de nos impactar porque simplesmente nos invocam lembranças, emoções, comportamentos e até rituais. O universo humano trabalha mergulhado no simbólico que de certa forma começa na linguagem e se espalha pelos caminhos da comunicação pessoal e da convivência entre as pessoas. Mais uma vez, é a web que nos inunda de portas (ou janelas) abertas para nossa navegação numa realidade paralela e repleta de ilusões.


Mas voltemos aos símbolos e sua influência em nossas vidas. Relembre agora de um símbolo poderoso que te chega à mente e significa muito para você. Pode ser um símbolo cujas memórias sejam negativas, pesadas, mas também um símbolo que transmite esperança. Símbolos nos moldam de certa forma a nossa própria #identidade uma vez que mesmo que não estejamos conscientes deles e de seu poder sobre nós, existem e nos impactam no dia a dia.

O mundo do marketing e da publicidade, da propaganda política e do entretenimento nos inunda de símbolos reprogramados pelas imagens que também proliferam numa sociedade cada vez mais visual por causa da própria linguagem utilizada nas mídias sociais. Como tudo é rápido e veloz, nessa mídias não existe muito tempo para reflexões. É preciso reagir, curtir, comentar, compartilhar, navegar. Viver não é preciso, navegar é preciso como escreveu o poeta Petrarca e depois dele Fernando Pessoa e que nunca imaginaram ser atual nestes tempos on-line da hiperconectividade e das fantasiosas identidades virtuais.



O mundo do marketing e da publicidade, da propaganda política e do entretenimento nos inunda de símbolos reprogramados pelas imagens que também proliferam numa sociedade cada vez mais visual por causa da própria linguagem utilizada nas mídias sociais. Como tudo é rápido e veloz, nessa mídias não existe muito tempo para reflexões. É preciso reagir, curtir, comentar, compartilhar, navegar. Viver não é preciso, navegar é preciso como escreveu o poeta Petrarca e depois dele Fernando Pessoa e que nunca imaginaram ser atual nestes tempos on-line da hiperconectividade e das fantasiosas identidades virtuais.



Qual o símbolo destes nossos tempos?


Voltemos ao marketing e a comunicação, minha praia predileta na qual mergulho e pesquiso há anos. Nossas marcas nos guiam e nos influenciam, nos consomem nas vitrines, nos invadem nos sonhos e espelham nossas angústias, frustações, desejos e imagem. Status social. Conquistas. Virilidade. Admiração. Encantamento. Poder ou apenas a informação de ligado ou desligado?



Nos movemos por símbolos, todos de fato imaginários. Cada #marca, uma representação. Cada nome, uma proposta. Símbolos dentro de símbolos, significados e mensagens. E eles nos cativam. Eles nos contam histórias, traduzem atributos, modelam ritos, hábitos e governam o mercado de trabalho, nossas crenças, nossa política, economia e psicologia. Somos escravos de símbolos, mesmo que tenhamos nossa liberdade de escolha. Nosso inconsciente nos governa do invisível pois tudo no humano é simbólico como escreveu Jung.




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